Super Motos

terça-feira, 8 de julho de 2008


Embora seja um atrativo nas ruas da cidade esta moto Honda CBR700 tem muita potência e velocidade, a combinação perfeita para quem gosta de pegar a estrada.


Esta moto CBR 600 com este lindo design modificado, tem um motor mexido, próprio para uma moto esportiva, é a moto para quem gosta de velocidade.



Moto Honda CBR 600cvc é a mais nova atração das ruas, uma moto muito rápida para quem gosta de velocidade e potência, perfeita para pegar a estrada.



Essa super honda 750 cv, é uma das mais rapidas da categoria. Para quem gosta de vento na cara essa é uma ótima moto.



Moto Yamaha toda tunada com desenhos espalhados pelo sua carenagem, uma moto muito bonita que estava parada na frente de sua residencia.


By:S'Nike

Manobras Radicais

sábado, 5 de julho de 2008



Gostou?

Equipe Equilibrio

Vídeo feito por uma galera muito louca.

Equipe Equilibrio em um show
de
MANOBRAS

Equipe & Motos

Equipe & Suas Motos

(OBS: Faltam fotos de alguns membros
e suas motos)


Suzuki GSX F750Cc J. Lima (Guanabara)


Suzuki GSX F750Cc Do J. Lima (Guanabara)

Fazer 250Cc Do Leonardo

Fan 125Cc Do Marcos Guanabara


Fan 125Cc Do Marcos Guanabara


Cg 125Cc Do Marllon S'Nike

Cg 125Cc Marllon S'Nike
Equipe Furiosos com suas motos....

Loucuras com Motos

quarta-feira, 2 de julho de 2008




Essa turma ai é do tipo que chega e derruba qualquer mané!!!!!

By:S'nike

CB 500 Tuning






Acredite, é uma CB 500!!!

Ao primeiro olhar, você jamais diria que essa máquina é uma Honda CB 500. Talvez nem olhando uma segunda vez, pois de uma ponta à outra, esta CB foi transformada, mudando não só a aparência, mas também o comportamento e mostra que com imaginação tudo é possível.

CB 500 Tuning

A fim de mostrar tudo de que é capaz, o mecânico Cleber Pagotto de Morais, de 26 anos, decidiu, em 2004, montar uma moto que superasse tudo que ele já tinha visto até então. Algo que mostrasse onde ele poderia chegar e o que ele poderia criar, fazendo de sua moto um cartão de visita de sua oficina de personalização, a Double X Bike Tuning.

Apaixonado por motos desde criança, e fã das motos de velocidade, o jovem mecânico adquiriu sua moto já com a intenção de deixá-la completamente diferente do original. No momento da compra, a moto se encontrava em péssimas condições, devido a um acidente que havia sofrido, sobrando inteiros só o tanque, quadro, motor e rodas.

A primeira coisa a ser trabalhada foi o motor, que já apresentava desgaste e vários ruídos que mostravam uma frágil saúde. Praticamente reconstruído, o propulsor recebeu pistões gringos Wiseco e bielas forjadas que permitem maus tratos sem perder a linha. Pensando numa melhor performance, Cleber caprichou na receita: os comandos foram trabalhados, e foram instalados kit de carburação Dyna Jet estágio 5, filtro esportivo K&N, sistema de escapamento e ponteira esportivos e um cdi de Blackbird XX que corta dois mil giros acima do limite original. A CB foi colocada à prova em dinamômetro e chegou aos incríveis 76 cavalos.

Se levarmos em conta que uma moto original já tem um bom desempenho, com a potência elevada então, sem comentários. Mas o que dizer de tudo isso e mais uma injeção de nitro? Insanidade? Talvez não, afinal só experimentando a sensação da adrenalina para entender alguns atos. Segundo o preparador e dono da máquina, quando injetado o “gás do riso”, a potência beira os 87 cavalos. Sejamos francos, isso sim é um cartão de visita.

JÁ QUE A HONDA NÃO FEZ - Como eu e você, pessoas em todos os países, onde a ótima CB 500 foi vendida, lamentaram o sistema bichoque e sempre questionaram por que a fábrica japonesa não utilizou o sistema monochoque na motocicleta, pois para muitos, apenas isso é o que realmente faltava.

Como um desses insatisfeitos, o jovem mecânico de Caraguatatuba (SP) resolveu fazer o que a Honda não fez. Utilizando uma balança de alumínio de Twister, que precisou de alguns trabalhos e um ótimo amortecedor Ohlins com assistência a gás, vindo de uma CBR 900 RR, a suspensão traseira passou de um bichoque bicheira, para um conjunto equilibrado e eficiente, ficando muito mais agradável visualmente. O resultado da modificação desse sistema foi um enorme ganho em estabilidade, já que o novo conjunto é mais progressivo e responde com mais precisão e suavidade às imperfeições do piso.

Já na suspensão dianteira, original da moto, foram trabalhadas tanto as molas quanto as válvulas, o que garantiu uma performance bem superior à oferecida anteriormente.

Por mudar o centro de gravidade com as várias modificações que a ciclística da moto sofreu, as chacoalhadas na frente da moto, conhecidas como shimmy, passaram a ocorrer com uma freqüência muito maior. Para salvar a pátria, um lindo e eficiente amortecedor de direção da marca Ohlins solucionou o problema.

No entanto, o próprio Cleber admite que os garfos dianteiros não estão à altura da moto, e afirma que já tem planos para sanar essa “deficiência”. Seria por acaso uma suspensão invertida? Alguém aposta?

ESSA MOTO É MESMO UMA CB 500? - Com tanto desempenho e estabilidade, era de se imaginar que o freio fosse algo estúpido. Mas não é. Todo o sistema é original da moto; as pinças são Brembo e muito boas, e apesar do sistema contar com aeroquip, o fluído de freio ser de competição com grau de ebulição mais elevado e os discos trabalhados para um melhor resfriamento, o conjunto todo não é suficiente para parar esse míssel dourado. Misterioso, o simpático mecânico afirma que muito em breve haverá novidade no quesito freio.

Situação bem diferente é a da roda traseira e o pneu que a calça. Vinda de uma CBR 900 RR por ter o desenho similar ao da CB, a larga roda faz parceria com um espetacular pneu Metzeler Racetec, de 180/50, cujo desenho mostra explicitamente sua vocação. Já o dianteiro é um Pirelli Sport Demon de 110/70 montado em uma roda original.

Os guidões beneficiam a posição esportiva, e são da saudosa RD 350 presos às bengalas abaixo da mesa superior, que foi trabalhada para retirar o lugar de encaixe do antigo guidão. À frente, o belo painel, também de 900 RR, ajuda a compor o visual superesportivo da bela motoca.

Por falar em visual, não é à toa que a pergunta que Cleber mais ouve é: que moto é essa? E outra que sempre vem após sua resposta: essa moto é uma CB 500 mesmo?
E sinceramente, eu mesmo já tenho dúvidas, afinal uma nova moto foi construída, apenas utilizando-se elementos da saudosa CB e, diga-se de passagem, muito bem construída, pois todas as modificações feitas na moto são documentadas e receberam o atestado do INMETRO.

Esta documentação é muito importante, pois não só torna legal todas as modificações realizadas, como também certifica que as mesmas não oferecerão nenhum risco e que a motocicleta é mesmo segura.

VISUAL EXTREME - Enfim chegamos ao tópico que fala do visual dessa supermotoca, que, sem sombra de dúvidas, ficou impressionante, seja pelo ótimo acabamento, que em nenhum aspecto denuncia que as carenagens e partes plásticas foram adaptadas, seja pela pintura, que foi feita com uma tinta especial vinda da Alemanha, coberta com muitas camadas de verniz.

A traseira sofreu mudanças no quadro para acomodar a nova rabeta de fibra, feita a partir de um molde tirado de uma peça original. O acabamento que substitui o banco do garupa, deixando a moto com cara de monoposto, foi feito em fibra de carbono, assim como a carenagem frontal superior.

A lanterna mostra quanta criatividade há no projeto. Com dois pequenos faróis de milha, e a lente original da moto, o inventivo proprietário chegou a um resultado muito satisfatório, a um custo realmente baixo.

O restante da carenagem juntamente com os faróis vieram de uma R1 que sofreu um acidente, quebrando e ralando todas as carenagens. Com muita paciência, Cleber as restaurou e as deixou em perfeitas condições, como você pode confirmar nas fotos. O tanque de combustível é o original, mas nem parece, pois devido ao formato do banco, a impressão que se tem é que o tanque é bem maior.

Para a proteção das partes plásticas, sliders feitos sob encomenda utilizando como material, aço inox. Na frente, o pára-lama foi inspirado no original, porém encurtado para que pudesse melhor encaixar na moto.

As pedaleiras dianteiras e traseiras também vieram da RD 350; as do garupa foram montadas nos suportes da NX4 Falcon, e as dianteiras nos suportes originais, que foram cortados e posicionados mais acima, de maneira que nas curvas, o chão não seja tocado tão facilmente.

Mais um dos inúmeros detalhes curiosos nesta motocicleta é o acionamento do motor, que além da maneira tradicional, pode ser feito também via controle remoto, usado diariamente por Cleber, que já deixa a moto esquentando na garagem, enquanto se arruma para sua ida ao trabalho.

Nova Carenagem Fazer 250Cc

OBSERVAÇÕES

CARACTERÍSTICAS:
Possue 5 entradas de ar (4 laterais e 1 frontal) o que garante o total arrefecimento do motor sem causar problemas de super aquecimento.

Produto fabricado em fibra de vidro (dupla camada). Painel fixo na propria carenagem. Pintura invernizada.

ESPECIFICAÇÕES
CARENAGEM LATERAL -CARENAGEM FRONTAL -BOLHA EM ACRILICO -PISCAS -RETROVISORES -FAROL DUPLO -SEMI-GUIDÃO RACING -SUPORTES E PARAFUSOS -PERSONALIZAÇÃO EM ADESIVOS .




POP 100 Tuning

terça-feira, 1 de julho de 2008



Essa é para quem acha a POP 100 feia....tenho certeza que depois de ver o video muitos vão mudar de idéia.

By :S'Nike

Oração da BIZ




Biz fuçada que estais na garagem,
esperano o sábado chegar;
venha a nós o tanque cheio,
seja feita o nosso racha
assim no comando como no cabeçote;
com a Biz nossa de cada dia,
nos dai a noite;
perdoai os que não sairem da frente,
assim como nós perdoamos a quem não participa do pega
não deixe o motor cair a rotação
e livrai-nos da polícia, AMEM

By; S'Nike

Motos Tuning

segunda-feira, 30 de junho de 2008



Um remédio para seu coração

By:S'nike

Show de BIZ TUNING



By: Marcos Guanabara

Olha a ousadia dos caras

Racha de uma Broz e uma Biz

Quem voçê acha que vai ganhar esse racha?

Biz Tuning

As motos tunadas estão cada vez mais sendo vistas pelas ruas e estradas, com designs arrojados e fogo saindo pelo escapamento. Dentre os diversos tipos de motos existentes, as motos biz, projetadas para ambientes urbanos, com embreagem automática e baixa motorização( 100 e 125 cilindradas), vêm ganhando destaque pela praticidade e leveza. Nada mais comum, portanto, do que o tuning de motos BIZ

Entre os acessórios disponíveis para a personalização das motos do tipo biz, com o intuito de torná-las honda biz tunadas, estão barras de néon de diversas cores, paralamas esportivos, sinalizadores sonoros para pisca-pisca, fita adesiva cromada para acabamento em carenagens, rodas de liga leve, adesivos laterais, stripes refletivas, alças de alumínio, pedaleiras de alumínio, paralamas ‘corta-spray’, suporte para placa em paralamas personalizados, entradas de ar, lentes de cristal ou fume para pisca-pisca dianteiros, escapamentos esportivos, lanternas traseiras de cristal ou fume, painéis personalizados, manete de freio cromados, entre diversas outras peças.

Ao tentar personalizar uma moto, e em particular uma moto biz tunada, que é ligeiramente diferente dos outros modelos, deve-se tomar especial cuidado com alterações muito drásticas, que podem alterar o equilíbrio e o desempenho da honda biz.

By: S'Nike

Cuidado na Hora da Personalização




A Customização de motocicleta já não é novidade para os brasileiros, cada vez mais as pessoas personalizam suas motos em busca de um visual exclusivo e agradável.

Motocicletas de altas cilindradas sport/turismo normalmente são as preferidas, mas no processo de customização o proprietário deve ter alguns cuidados para não se meter numa fria. Mudanças muito drásticas precisam ser feitas com muito cuidado para não perder o equilíbrio da moto e a aerodinâmica que permite que ela funcione normalmente. As mudanças que normalmente interferem no funcionamento da motocicleta estão relacionados, principalmente, às suspensões e o ângulo do Carter.

“Mudanças estéticas com design e peças 100% exclusivas tem seus graus de dificuldade, mas a alteração mais trabalhosa é a de suspensão, pois com isso é necessário reposicionar o baricentro para manter a ciclística da moto”, afirma Alexandre Galvão, engenheiro elétrico e proprietário da oficina Extremo Moto.

A dica principal para quem busca esse tipo de serviço é, inicialmente, procurar uma oficina de confiança para fazer a estruturação da máquina, comprar produtos e acessórios com qualidade comprovada, conhecer alterações que deram certo para ver se as suas são possíveis, além de discutir junto com seu mecânico a transição do sonho para realidade. “Nego todos os dias alguns projetos porque as pessoas querem realizar um sonho que às vezes não são realizáveis”, afirma Sylvestre Martines Paschoal, designer de motocicletas da Silverstone.

Qualquer alteração tem que se adequar a realidade estrutural da motocicleta. Não adianta ter uma moto maravilhosa, se você não pode mostrá-la para ninguém se ela não rodar.

O valor do serviço de customização varia de acordo com o projeto, pode variar de R$ 800,00 a R$ 25 mil, segundo Sylvestre. O valor médio observado pela Extremo Motos é de 10% do valor da motocicleta.

By: S'Nike

Amaciamento do Motor

Moto novinha, recém-saída da revenda. Viajar? De jeito nenhum, ela está amaciando. Levar garupa? A mesma coisa. Sair com ela, apenas muito devagar, até completar os primeiros mil quilômetros Essas são as preocupações de um novo proprietário de uma motocicleta zero quilômetro, porém, nem todos sabem exatamente para que serve o período de amaciamento. Outro tipo de pessoa é aquela que não acredita em amaciamento, e ainda, algum tempo depois, diz que “a minha moto anda mais porque amaciei no pau”. Dois extremos de procedimento, ambos errados.

Amaciar uma motocicleta nova é uma tarefa simples, mas que exige um conhecimento mínimo do proprietário; para que este saiba o porquê da coisa, e um pouco de paciência. Mas do bom amaciamento dependerá a durabilidade do motor. Não abusar das altas rotações é uma das recomendações básicas para o amaciamento do motor. Isso não quer dizer que não se pode passar dos 5.000 rpm de jeito nenhum, como pensam alguns. Esquentar bem o motor com a moto parada também é um procedimento desaconselhável, mas que se costuma se ver com muita freqüência. A melhor maneira para amaciar um motor é usar o bom senso.

Bloco do Motor
Nos primeiros km as peças precisam se encaixar

Atualmente as folgas são muito justas e precisam de um período de amaciamento

O que “amacia”
Apesar do termo, nada dentro de uma motocicleta fica mais "macio" depois de
algum tempo de uso. O período chamado de amaciamento serve para que as peças que atritam entre si adaptem-se, reduzindo assim as perdas por atrito. O melhor exemplo disso, é o conjunto pistão-anéis-cilindro, cujo atrito é bastante considerável devido à grande área de contato entre as peças. Como cada componente é produzido separadamente, é óbvio que eles não se encaixam com precisão micrométrica, e muito menos são exatamente lisos (mesmo que a olho nu isso pareça acontecer).

Quando o motor é montado, sempre existem regiões entre essas peças nas quais o contato é mais ou menos intenso, justamente com um atrito maior ou menor. O amaciamento consiste no desgaste dessas diferenças para que os próprios componentes busquem pelo atrito sua melhor adaptação. Outro ponto importante no amaciamento é a rugosidade das superfícies dessas peças. Por mais que elas pareçam lisas, sempre existe uma certa rugosidade que fará o atrito maior que o normal em uma moto já rodada. Durante amaciamento essas rugosidades extras são eliminadas também pelo próprio atrito entre as peças.

Devido a esses dois fatores, o “amoldamento” entre os componentes e o “alisamento” de suas superfícies, fica claro o porquê de um motor amaciado ser mais solto que um não-amaciado: além do atrito ser menor, as folgas são maiores. Isso acontece em todas as partes do motor, como virabrequim, bielas, comando de válvulas e até engrenagens do câmbio, porém, em maior intensidade no pistão, anéis e cilindro.

Assim, os primeiros quilômetros com uma motocicleta zero devem ser mesmo cercados de um certo cuidado, mas sem exageros. O amaciamento tem seu motivo, razão pela qual os fabricantes recomendam um uso diferenciado neste período. Como existe um desgaste muito maior que o normal, as partículas que se desprendem das peças em movimento ficam soltas dentro do motor. Em motores quatro tempos, onde o óleo fica confinado, as partículas soltas vão para o cárter e contaminam o óleo de lubrificação, principalmente nos primeiros 500 km.

Os componentes do câmbio, que no motor quatro tempos são lubrificados pelo mesmo óleo do motor, são menos sujeitos aos problemas do amaciamento, já que as engrenagens trabalham a uma rotação muito menor, mesmo assim, o desgaste existe, mas em menor proporção. E no câmbio de motos quatro tempos existe ainda o problema do óleo contaminado com partículas metálicas perder a capacid.ade de lubrificação, já que é o mesmo que lubrifica o motor.

Quando o motor dá a sua primeira funcionada nas mãos de seu novo proprietário, seus componentes estão praticamente intactos, apesar de a moto ter sido testada na fábrica. Qualquer rebarba, mesmo que imperceptível, começa a ser aparada desde esse momento. Fica fácil perceber então por que é necessário um cuidado especial nesse período. Um tranco mais forte, uma acelerada de jeito, podem tirar essa rebarba e alguma coisa a mais. E o uso abusivo do motor poderá ocasionar um ponto localizado de aumento de temperatura, justamente por causa de uma dessas rebarbas, que se alastrará rapidamente, podendo, na pior das hipóteses, causar a fusão do material (o motor funde e trava).


As engrenagens do câmbio também precisam se ajustar no começo

Até os motores modernos precisam de amaciamento

Como amaciar
Com todos estes pequenos problemas, que na verdade não passam de uma situação temporária, sempre fica a dúvida: será que o motor está sendo amaciado corretamente? De acordo com os técnicos da Yamaha, o período de amaciamento das motos da marca deve ser orientado literalmente como está no manual de instruções de cada modelo. Depois dos 1.000 km, quando o óleo do câmbio deve ser trocado, a moto já está amaciada. Outra recomendação da Yamaha é nunca acelerar a moto parada além dos 5.000 rpm, ou ela entrará em over-spinning (fora de giro). Isso quer dizer que, sem nenhuma carga (o câmbio em ponto morto), o motor poderá subir de giro mais do que o esperado.

Já os técnicos da Honda são mais maleáveis em relação ao amaciamento de suas motocicletas. Até os primeiros 500 km, a moto poderá ser utilizada normalmente, apenas tomando o cuidado para não exagerar na rotação do motor, que deve ficar até cerca de dois terços da rotação máxima. Mas isso não quer dizer que não se pode acelerar um pouco mais de vez quando, só que por um curto período. N0 fim dos primeiros 500 km, a troca de óleo é fundamental pois, ao contrário dos motores dois tempos, o quatro tempos acumula uma quantidade muito grande de partículas metálicas, provenientes do desgaste inicial dos componentes (o amaciamento propriamente dito). Além disso, existem muito mais componentes móveis, como comando de válvulas, válvulas e todos os seus acionamentos, o que significa uma quantidade extra de partículas que contaminam o óleo do cárter.

Para qualquer tipo ou marca de motocicleta, existem as recomendações normais para o período de amaciamento. Esquentar bastante a moto parada é uma coisa que não se deve fazer nem com uma moto muito usada, quanto mais com uma que está amaciando, o correto é aquecê-la apenas o suficiente para sair rodando. Isso porque a refrigeração do motor, mesmo nos modelos com arrefecimento líquido, depende da circulação do ar à sua volta. Se o ar está parado, o motor aquecerá irregularmente e prejudicará o amaciamento.

Já rodando, manter o motor em altas rotações também deve ser evitado durante esse período, mas outra coisa que deve ser evitada é manter a motocicleta a uma velocidade constante por longo tempo, mesmo que essa velocidade seja pequena. I Acontece que a variação da rotação no motor ajuda a limpar os componentes internos, favorecendo a “elasticidade”, ou seja a trabalhar bem em diversas rotações.

Uma outra coisa que se costuma dizer a respeito do amaciamento, é que um motor amaciado “no pau” acaba ficando com mais potência que outro amaciado na boa. Isso não tem fundamento, uma vez que o melhor motor é aquele que tem tem os componentes internos bem assentados e sem folgas excessivas. Seja lá qual for a maneira como o motor é utilizado durante o amaciamento, este acontecerá, de uma I forma ou de outra. Um motor que durante esse período foi utilizado acima de seus limites, mesmo que não trave, acaba ficando com folgas excessivas antes do tempo. Já outro motor que foi amaciado com um superpreocupado e cuidadoso motociclista não ficará pior que qualquer outro, apenas demorará mais tempo para ficar “solto”.
Por fim, a maior recomendação que se pode dar a alguém que pretende fazer um bom amaciamento é: manter a moto em perfeito estado, seguir as recomendações do fabricante e ficar atento a qualquer irregularidade que possa surgir.


By: S'Nike

As 5 Motos mas Loucas do Mundo






By:S'nike